Não há muita gente pra se lamentar quando morre.
Lamento, no entanto, a morte de Bussunda.
Gostava dele sem conhecê-lo.
Talvez se o conhecesse, não lamentasse.
sábado, junho 17, 2006
O time
A República Checa chegou cheia de pose.
Gana a massacrou.
Foi roubada pelo conhecido ladrão brasuca, Carlos Simon.
Contra os checos sapecou a maior goleada da Copa: 18 a 0.
Argentinos o cacete, o time é Gana.
Gana a massacrou.
Foi roubada pelo conhecido ladrão brasuca, Carlos Simon.
Contra os checos sapecou a maior goleada da Copa: 18 a 0.
Argentinos o cacete, o time é Gana.
sexta-feira, junho 16, 2006
Melhor profissão do mundo
Acho que já disse isso aqui. Se o fiz, repetirei. Pudesse eu voltar no tempo, seria comentarista esportivo. Creio que é a única profissão em que se recebe salário para falar merda.
O comentarista esportivo precisa apenas de sua opinião, que não precisa ser inteligente nem inovadora. Particularmente, consigo ler um comentarista: Tostão. O resto é lixo.
Pior (muito pior) que o comentarista que escreve é o que participa de resenhas televisivas. São figuras grotescas. Profetas do já acontecido.
Gosto de futebol. Em época de Copa, assisto uma ou outra partida. Se não fosse tão viciado em barulho, ouviria as transmissões sem som. Fico chocado com o exército de jornalistas que é enviado para cobrir a Copa.
Mas a Copa está começando. Gostaria de ver o Robinho jogando desde o começo. Ronaldo deveria estar treinando à parte para voltar nas oitavas.É só minha opinião. Pena que não tenha um trouxa pagando para eu dizer essas coisas.
O comentarista esportivo precisa apenas de sua opinião, que não precisa ser inteligente nem inovadora. Particularmente, consigo ler um comentarista: Tostão. O resto é lixo.
Pior (muito pior) que o comentarista que escreve é o que participa de resenhas televisivas. São figuras grotescas. Profetas do já acontecido.
Gosto de futebol. Em época de Copa, assisto uma ou outra partida. Se não fosse tão viciado em barulho, ouviria as transmissões sem som. Fico chocado com o exército de jornalistas que é enviado para cobrir a Copa.
Mas a Copa está começando. Gostaria de ver o Robinho jogando desde o começo. Ronaldo deveria estar treinando à parte para voltar nas oitavas.É só minha opinião. Pena que não tenha um trouxa pagando para eu dizer essas coisas.
quarta-feira, abril 26, 2006
O subalterno
O chefe estava feliz.
– Saímos do vermelho este mês. Vai dar pra repassar alguma coisa pros funcionários.
O subalterno protesta:
– Mas, doutor, estamos saindo do sufoco agora. Não seria melhor consolidarmos esta situação antes de falarmos em aumento.
O chefe, rindo.
– Quem falou em aumento? Pensei em um bônus. Esses meses todos o pessoal tem se sacrificado. Atrasamos o salário algumas vezes. Cortamos plano de saúde. Não damos mais vale para refeição. A turma, mesmo assim, não deixou a peteca cair.
O subalterno insiste:
– Doutor, seu coração é muito grande. A turma deveria agradecer por ter um emprego. Se o senhor der bônus este mês, no próximo vão querer de novo.
O chefe, apreensivo.
– Talvez você tenha razão, Figueira. Creio que ia me precipitar.
O subalterno sugere:
– Acho melhor nem pagarmos amanhã. Vamos deixar pra semana que vem. Eu reúno o pessoal e digo pra ficarem tranqüilos porque estamos correndo atrás do salário do mês.
O chefe, pensativo.
– Tá certo, Figueira. Faça isso. Comunique os funcionários.
O subalterno exulta:
– Vou fazer um comunicado escrito, doutor. É mais profissional.
O chefe, cansado.
– Figueira, todo patrão precisa de um auxiliar como você. Insensível, perverso, cínico, bajulador, um verme.
O subalterno babeja:
– Muito obrigado, doutor, faço o meu melhor.
– Saímos do vermelho este mês. Vai dar pra repassar alguma coisa pros funcionários.
O subalterno protesta:
– Mas, doutor, estamos saindo do sufoco agora. Não seria melhor consolidarmos esta situação antes de falarmos em aumento.
O chefe, rindo.
– Quem falou em aumento? Pensei em um bônus. Esses meses todos o pessoal tem se sacrificado. Atrasamos o salário algumas vezes. Cortamos plano de saúde. Não damos mais vale para refeição. A turma, mesmo assim, não deixou a peteca cair.
O subalterno insiste:
– Doutor, seu coração é muito grande. A turma deveria agradecer por ter um emprego. Se o senhor der bônus este mês, no próximo vão querer de novo.
O chefe, apreensivo.
– Talvez você tenha razão, Figueira. Creio que ia me precipitar.
O subalterno sugere:
– Acho melhor nem pagarmos amanhã. Vamos deixar pra semana que vem. Eu reúno o pessoal e digo pra ficarem tranqüilos porque estamos correndo atrás do salário do mês.
O chefe, pensativo.
– Tá certo, Figueira. Faça isso. Comunique os funcionários.
O subalterno exulta:
– Vou fazer um comunicado escrito, doutor. É mais profissional.
O chefe, cansado.
– Figueira, todo patrão precisa de um auxiliar como você. Insensível, perverso, cínico, bajulador, um verme.
O subalterno babeja:
– Muito obrigado, doutor, faço o meu melhor.
Chega de política
Eventualmente, fiz comentários políticos nesse espaço. Isso acabou.
Não tenho mais colhões para ler/ver/ouvir política.
Meu tempo precioso não gastarei nem considerando alguém para votar como síndico de meu condomínio.
Quer saber de política? Suma daqui.
Não tenho mais colhões para ler/ver/ouvir política.
Meu tempo precioso não gastarei nem considerando alguém para votar como síndico de meu condomínio.
Quer saber de política? Suma daqui.
O tempo
Pat estava jurada de morte.
Namorou um soldado.
Ele subiu na carreira, virou gerente e quis ser dono de Pat.
Pat gostava do cara, mas propriedade dele não seria.
Terminou, saiu da comunidade, da cidade. O amor do general era doido.
Levou a mãe com ela, porque mais nada tinha pra levar.
Dez anos é muito tempo.
Voltou ao Rio. Um absurdo não poder vir à cidade.
Passou uma semana em casa de primos.
Ligou para amigas. Falou das saudades.
Perguntou do antigo namorado.
Ninguém sabia.
Há anos foi escorraçado da favela. Deve estar morto.
Não estava.
Três tiros e Pat morreu.
Antes de morrer, talvez tenha pensado: “Dez anos não é tanto tempo assim”.
Namorou um soldado.
Ele subiu na carreira, virou gerente e quis ser dono de Pat.
Pat gostava do cara, mas propriedade dele não seria.
Terminou, saiu da comunidade, da cidade. O amor do general era doido.
Levou a mãe com ela, porque mais nada tinha pra levar.
Dez anos é muito tempo.
Voltou ao Rio. Um absurdo não poder vir à cidade.
Passou uma semana em casa de primos.
Ligou para amigas. Falou das saudades.
Perguntou do antigo namorado.
Ninguém sabia.
Há anos foi escorraçado da favela. Deve estar morto.
Não estava.
Três tiros e Pat morreu.
Antes de morrer, talvez tenha pensado: “Dez anos não é tanto tempo assim”.
terça-feira, abril 11, 2006
Releitura 1
Intencionalidade
Meu mozinho avisou:
– Tá ridículo, tênis e camiseta vermelha. Se enxerga, põe uma roupa mais sóbria.
– Sóbrio, eu... Qualé?
Os dois afro-brasileirinhos parece que também não gostaram do vermelho.
– Ô tio, o pessoal do 3º Comando não gosta de vermelho.
– E eu com isso? Tô cagando pro exército. A ditadura já acabou há muito tempo. Comunismo, vermelho, isso já foi.
– Tio, cê é folgado. A turma do 3º vai te tirar essa camisa pelo rabo.
– Não há mais espaço pro arbítrio. Sou cidadão em uma democracia. Vou onde quero, do jeito que quero. Os militares que cumpram suas obrigações.
Os moleques desistiram de mim, mas outros três baitolões que estavam perto, não. Me encheram de porrada e ameaçaram:
– Da próxima vez que aparecer de vermelho por aqui, morre.
Meu mozinho fazia os curativos e ouvia minhas lamúrias:
– Tudo secreta. Nenhum deles estava de uniforme. Tão caçando comunistas de novo.
Meu mozinho avisou:
– Tá ridículo, tênis e camiseta vermelha. Se enxerga, põe uma roupa mais sóbria.
– Sóbrio, eu... Qualé?
Os dois afro-brasileirinhos parece que também não gostaram do vermelho.
– Ô tio, o pessoal do 3º Comando não gosta de vermelho.
– E eu com isso? Tô cagando pro exército. A ditadura já acabou há muito tempo. Comunismo, vermelho, isso já foi.
– Tio, cê é folgado. A turma do 3º vai te tirar essa camisa pelo rabo.
– Não há mais espaço pro arbítrio. Sou cidadão em uma democracia. Vou onde quero, do jeito que quero. Os militares que cumpram suas obrigações.
Os moleques desistiram de mim, mas outros três baitolões que estavam perto, não. Me encheram de porrada e ameaçaram:
– Da próxima vez que aparecer de vermelho por aqui, morre.
Meu mozinho fazia os curativos e ouvia minhas lamúrias:
– Tudo secreta. Nenhum deles estava de uniforme. Tão caçando comunistas de novo.
sexta-feira, abril 07, 2006
A cura da insônia
A insônia é um mal global.
Cientistas buscam meios de acabar com ela. Encontram, no máximo, paliativos.
Milhões de pessoas gostariam de deitar-se para dormir... e dormir.
A cura da insônia, no entanto, está bem mais próxima do que se imaginava.
Elienai Castilho, médico pediatra, escreveu artigo para a prestigiosa revista Medicina Hoje, em que apresenta tese que vem sendo considerada revolucionária no meio acadêmico. O dr. Averald Ornnius, diretor da Clínica Morfeu, garante que a teoria de Castilho mudará todo o tratamento das doenças do sono.
“Sempre viajo de metrô e observo há muito tempo que nenhum passageiro ao se sentar nos bancos de cor laranja, destinados a idosos, gestantes e deficientes físicos, consegue ficar acordado. Há nesses bancos alguma substância, talvez mesmo a cor, que faz com que as pessoas quedem em sono profundo. Uma vez vi uma senhora idosa gritando no ouvido de um rapaz, pedindo que ele lhe cedesse o lugar. O rapaz, coitado, não conseguiu acordar, tão profundo era o sono em que estava. Creio, por isso, ser essa a solução para a insônia, pelo menos para uma parte do público interessado. Tenho observado que gestantes, idosos e deficientes físicos não dormem com tanta facilidade ao contato do banco de cor laranja. Mas descobrir a razão por que isso acontece é trabalho para pesquisadores mais gabaritados do que eu. Estamos muito perto da cura da insônia”, declarou o dr. Castilho
Cientistas buscam meios de acabar com ela. Encontram, no máximo, paliativos.
Milhões de pessoas gostariam de deitar-se para dormir... e dormir.
A cura da insônia, no entanto, está bem mais próxima do que se imaginava.
Elienai Castilho, médico pediatra, escreveu artigo para a prestigiosa revista Medicina Hoje, em que apresenta tese que vem sendo considerada revolucionária no meio acadêmico. O dr. Averald Ornnius, diretor da Clínica Morfeu, garante que a teoria de Castilho mudará todo o tratamento das doenças do sono.
“Sempre viajo de metrô e observo há muito tempo que nenhum passageiro ao se sentar nos bancos de cor laranja, destinados a idosos, gestantes e deficientes físicos, consegue ficar acordado. Há nesses bancos alguma substância, talvez mesmo a cor, que faz com que as pessoas quedem em sono profundo. Uma vez vi uma senhora idosa gritando no ouvido de um rapaz, pedindo que ele lhe cedesse o lugar. O rapaz, coitado, não conseguiu acordar, tão profundo era o sono em que estava. Creio, por isso, ser essa a solução para a insônia, pelo menos para uma parte do público interessado. Tenho observado que gestantes, idosos e deficientes físicos não dormem com tanta facilidade ao contato do banco de cor laranja. Mas descobrir a razão por que isso acontece é trabalho para pesquisadores mais gabaritados do que eu. Estamos muito perto da cura da insônia”, declarou o dr. Castilho
quarta-feira, março 29, 2006
O bicho da cara preta ataca novamente
Hermético Pascoal, 69 anos, se apaixonou por uma jovem de 26.
Daí pra cá anda fazendo mais asnices do que costumava fazer.
Ele não tem culpa.
O bicho da cara preta quando ataca costuma ser implacável.
Aproveite Hermético.
Sua música pitoresca não fará falta.
Daí pra cá anda fazendo mais asnices do que costumava fazer.
Ele não tem culpa.
O bicho da cara preta quando ataca costuma ser implacável.
Aproveite Hermético.
Sua música pitoresca não fará falta.
CLIENTE CACHORRO
A nova coqueluche da “literatura” corporativa é Cliente cachorro.
Os autores, Daniel O’Shelly e Mary Severin preconizam que cliente precisa ser tratado como cachorro. “Tratado assim”, declara Severin, “num primeiro momento ele reage até com alguma agressividade, depois volta com o rabo entre as pernas”. O’Shelly completa o pensamento de Severin: “Normalmente, o cliente nem reage. Ele gosta de ser tratado como cachorro”.
Grandes empresas no Brasil compraram o livro e distribuíram entre os funcionários que lidam diretamente com o público. A OI, o jornal Estado de S. Paulo, a TVA e a Embratel são algumas das empresas que estão adotando o livro com sucesso retumbante.
“Um cliente telefonou reclamando do nosso telefone, o Livre. Não esperei nem que ele terminasse de falar e disse que se ele não estivesse satisfeito com nosso serviço que procurasse outra operadora. Ele até me pediu desculpas”, contou uma feliz funcionária da Embratel e leitora entusiasmada de Cliente cachorro.
Sebastião Civitta informou-nos que a adoção dos princípios de Cliente cachorro talvez seja a salvação da TVA, que chafurda no buraco há muito tempo. “Estamos pensando, inclusive em mudar a forma de nossas funcionárias atenderem o telefone. Em vez de ‘TVA, fulana de tal, em que podemos ajudar?” usaríamos ‘O que você quer, porra’”.
Os autores, Daniel O’Shelly e Mary Severin preconizam que cliente precisa ser tratado como cachorro. “Tratado assim”, declara Severin, “num primeiro momento ele reage até com alguma agressividade, depois volta com o rabo entre as pernas”. O’Shelly completa o pensamento de Severin: “Normalmente, o cliente nem reage. Ele gosta de ser tratado como cachorro”.
Grandes empresas no Brasil compraram o livro e distribuíram entre os funcionários que lidam diretamente com o público. A OI, o jornal Estado de S. Paulo, a TVA e a Embratel são algumas das empresas que estão adotando o livro com sucesso retumbante.
“Um cliente telefonou reclamando do nosso telefone, o Livre. Não esperei nem que ele terminasse de falar e disse que se ele não estivesse satisfeito com nosso serviço que procurasse outra operadora. Ele até me pediu desculpas”, contou uma feliz funcionária da Embratel e leitora entusiasmada de Cliente cachorro.
Sebastião Civitta informou-nos que a adoção dos princípios de Cliente cachorro talvez seja a salvação da TVA, que chafurda no buraco há muito tempo. “Estamos pensando, inclusive em mudar a forma de nossas funcionárias atenderem o telefone. Em vez de ‘TVA, fulana de tal, em que podemos ajudar?” usaríamos ‘O que você quer, porra’”.
Elefoa bailarina
A elefoa bailarina declarou que se fosse bonita e gostosa a reação da imprensa teria sido outra.
Tem razão.
A imprensa reagiria de outra forma e ainda pediria pra ela tirar a roupa.
Seria pelo menos um espetáculo bonito de se ver.
Tem razão.
A imprensa reagiria de outra forma e ainda pediria pra ela tirar a roupa.
Seria pelo menos um espetáculo bonito de se ver.
Danço, mesmo sendo gordo
Fiquei comovido ao ler na Folha de S.Paulo que a FNAC está preocupadíssima em baratear o preço dos livros. "Preocupamo-nos em tornar os livros acessíveis ao povo brasileiro", declarou um diretor do shopping de livros, cds e assemelhados.
É por essas e outras que eu danço.
É por essas e outras que eu danço.
Pragmática
- Dudu, estou grávida.
- E aí?
- Você é o pai.
- Cumé que vou saber?
- Só transei com você.
- Quem me garante?
- Eu.
- Não é suficiente.
- Podemos fazer exame de DNA.
- Não posso me casar agora.
- Casar com você? Tá louco. Nem foder você sabe. A gravidez foi um acidente. Não sei se tenho a criança ou se tiro. De qualquer jeito, vou precisar de dinheiro.
- E aí?
- Você é o pai.
- Cumé que vou saber?
- Só transei com você.
- Quem me garante?
- Eu.
- Não é suficiente.
- Podemos fazer exame de DNA.
- Não posso me casar agora.
- Casar com você? Tá louco. Nem foder você sabe. A gravidez foi um acidente. Não sei se tenho a criança ou se tiro. De qualquer jeito, vou precisar de dinheiro.
Este é um país que vai pra frente...
Vi foto na Folha de S.Paulo que me deprimiu.
Ando me deprimindo muito, será que depois de meio século de vida estou encontrando uma nova razão de viver?
Sem divagações.
Deprimiu-me ver brasileiros em pé, por horas (a legenda informou) aguardando o visto para Bushlândia.
A arrogância americana é insuperável.
O servilismo brasileiro, incomparável.
Ando me deprimindo muito, será que depois de meio século de vida estou encontrando uma nova razão de viver?
Sem divagações.
Deprimiu-me ver brasileiros em pé, por horas (a legenda informou) aguardando o visto para Bushlândia.
A arrogância americana é insuperável.
O servilismo brasileiro, incomparável.
Da mesma substância
Às vezes me bate um grande desânimo.
Por querer preservar a saúde periclitante que tenho, não leio mais noticiário político.
Lula para mim foi uma decepção e ponto final.
Ele e Collor são feitos da mesma substância. Não são diferentes porque têm origens diferentes. Ambos são destituídos de caráter, mergulharam fundo na corrupção.
Um foi punido; o outro será nosso presidente por alguns anos.
Preciso me manter são e animado.
Não está fácil.
Por querer preservar a saúde periclitante que tenho, não leio mais noticiário político.
Lula para mim foi uma decepção e ponto final.
Ele e Collor são feitos da mesma substância. Não são diferentes porque têm origens diferentes. Ambos são destituídos de caráter, mergulharam fundo na corrupção.
Um foi punido; o outro será nosso presidente por alguns anos.
Preciso me manter são e animado.
Não está fácil.
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Carnaval carioca
Fui domingo à tarde em Ipanema.
Precisei descer do ônibus, por causa do engarrafamento, no final de Copacabana.
Muita gente na rua.
Passei pela Rainha Elisabeth, Praça General Osório e bom pedaço da Visconde de Pirajá.
Às 18h30 peguei um ônibus voltando pro subúrbio.
Não ouvi nenhum som de música, nenhum batuque.
Precisei descer do ônibus, por causa do engarrafamento, no final de Copacabana.
Muita gente na rua.
Passei pela Rainha Elisabeth, Praça General Osório e bom pedaço da Visconde de Pirajá.
Às 18h30 peguei um ônibus voltando pro subúrbio.
Não ouvi nenhum som de música, nenhum batuque.
Embratel: confia quem é otário
Há alguns anos comprei um telefone da Vesper.
Não era grande coisa.
A Vesper foi engolida pela Embratel, o serviço, sem surpresa, piorou muito.
Há um ano deixei a base do meu telefone cair.
Os técnicos alugados pela Embratel não fazem conserto, repõem aparelhos.
Comprei a base e menos de 365 dias depois ela pifou sozinha.
Pedi assistência técnica.
Da Embratel me ligou uma pernóstica: "Ou o senhor compra outro aparelho ou perde a linha. Não trabalhamos mais com essa base Motorola. Nossos alugados não consertam, só repõem".
Pensei em processar a Embratel, mas me contento com apenas um singelo desabafo:
EMBRATEL, vá se fuder.
Não era grande coisa.
A Vesper foi engolida pela Embratel, o serviço, sem surpresa, piorou muito.
Há um ano deixei a base do meu telefone cair.
Os técnicos alugados pela Embratel não fazem conserto, repõem aparelhos.
Comprei a base e menos de 365 dias depois ela pifou sozinha.
Pedi assistência técnica.
Da Embratel me ligou uma pernóstica: "Ou o senhor compra outro aparelho ou perde a linha. Não trabalhamos mais com essa base Motorola. Nossos alugados não consertam, só repõem".
Pensei em processar a Embratel, mas me contento com apenas um singelo desabafo:
EMBRATEL, vá se fuder.
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
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